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ACONTECIMENTOS

08

Maio

Pesquisa de campo na aula de Pós-graduação em Docência no Ensino Básico e Superior.

Alunos do Curso de Pós-graduação em Docência no Ensino Básico e Superior da FAMPER, através da disciplina de Inclusão Social, realizaram uma pesquisa de campo nas Escolas de Educação Especial

Alunos do Curso de Pós-graduação em Docência no Ensino Básico e Superior da FAMPER, através da disciplina de Inclusão Social, realizaram uma pesquisa de campo nas Escolas de Educação Especial, nos Municípios de Ampére – Escola VI de Março; de Santa Izabel do Oeste - Escola Especial Aludino Nedef; de Realeza - Escola de Educação Especial Primavera; de Perola do Oeste – Escola de Educação Especial Nilda Maria Tessaro.
Os mesmos relataram que se não fizessem este trabalho de campo, talvez não tivessem o conhecimento sobre a inclusão que esta modalidade de educação trabalha. Em especial a diferença na gestão, elogiando o trabalho e vendo as conquistas dos profissionais que trabalham na instituição.
Uma aluna citou a acessibilidade, carteiras adaptadas, projetos que a escola realiza e também o trabalho da equipe da saúde. Destacou a receptividade dos profissionais e dos estudantes da Escola, dizendo que esta foi uma oportunidade impar. Outra disse que: “Fui para fazer a pesquisa em trinta minutos, mas fiquei noventa minutos”. E questionou porque o aluno do ensino regular não estuda na escola especializada? Quantos profissionais capacitados! Somente no grupo podemos fazer este debate, estas discussões, da fala que o estudante gerou na sala de aula do Curso de Pós-graduação em Docência no Ensino Básico e Superior da FAMPER.
Outra aluna relatou que os estudantes da Escola Especializada precisam ser percebidos pela sociedade e valorizados pelas suas características e trabalho. Mais uma aluna afirmou que os “defeitos”, deficiências dos estudantes não impedem de realizar as atividades propostas pelos professores da escola. Para esta aluna: “Quando treinamos o nosso olhar, compreendemos como a linguagem se constitui e se manifesta no contato com os outros e é nas interações e socializações que a inclusão pode ser construída. A experimentação e a convivência com a diferença possibilitam um novo e lindo olhar”.
Outra aluna disse que Inclusão Social é muito mais que ter uma atitude cidadã de respeito a diferença. È ASSUMIR uma condição de igual para com o outro, para que nos tornemos parte de fato, da mesma sociedade e nela convivamos como somos iguais. Outra relatou que: “inclusão social é para combater a exclusão, somos todos seres humanos e devemos ser tratados com humildade, respeito e cidadania. Um direito de todos e um dever da sociedade”.
A professora Lucília Gouveia, valorizou a disponibilidade dos alunos que realizaram a pesquisa de campo, afirmando que com certeza mudaram os olhares sobre a inclusão das pessoas acometidas de defeito. E que para a próxima aula, a sétima arte fará parte do debate sobre a disciplina: Inclusão Social.

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